Afinal, "qual o seu número?"


Engraçado, romântico e real, é como podemos classificar o longa “Qual o seu número?”. O filme conta de maneira engraçada um estereótipo real entre as mulheres. O tabu sobre a quantidade de parceiros sexuais, que pode afetar a reputação que ela tem em uma sociedade.

Ally (Anna Farris) sente-se horrorizada ao ler numa revista que a média de parceiros sexuais de uma mulher gira em torno de 10 durante a vida.


Segundo o artigo, mulheres que já tiveram mais de 20 parceiros sexuais têm mais dificuldades para casar. Por ter tido 19 parceiros, Ally se vê desesperada para encontrar o cara com quem irá se casar. É então que sua jornada começa.


  

Entre uma mãe divorciada e o casamento de sua irmã Daise (Ari Graynor), Ally inicia uma busca aos seus antigos namorados, no intuito de fazer com que um deles (ainda) seja o cara certo. Com a ajuda do vizinho mulherengo Colin (Chris Evans), ela consegue encontrar seus ex-namorados, mas para sua surpresa (ou não), nenhum deles é o cara que ela gostaria que fosse. Tentativa após tentativa, Ally se vê com menos opções a cada encontro desastroso. Em compensação, Colin se vê cada vez mais apaixonado por Ally.

É impossível não amar o filme!


Ele confronta o estigma da mulher ter um alto número de parceiros sexuais, o que nos leva a pensar na sociedade machista em que (ainda) vivemos. Além disso, nos faz pensar sobre o amor de fato. Puro, simples, sincero. Parece bobo e insignificante, mas para quem possui “inteligência sensitiva”, o filme acerta em cheio o coração dos apaixonados. Afinal, somamos mais de sete bilhões de pessoas. Pode ser clichê, mas quem disse que não pode acontecer?

 

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