Plataformas de streaming dão desconto nos filmes que fizeram sucesso no Festival de Cannes


Festival de Cannes 2018 já está rolando. O evento que ocorre entre os dias 8 e 19 de maio comemora a sua 71ª edição. Considerado como o festival de cinema mais emblemático da temporada, o evento está repleto de programações, são elas: competição de longas-metragens; sessões especiais e mostras paralelas como Um Certo Olhar; Semana da Crítica e Quinzena dos Diretores; estão entre os pontos altos da festa francesa.

Em paralelo a isso, o Now e o iTunes vão disponibilizar, com 50% de desconto, filmes memoráveis, produções de diretores premiados e grandes sucessos que fizeram história em Cannes.  A promoção ocorre durante todo o mês de maio, tempo o suficiente para você desfrutar de mais de 100 longas que com certeza aquecerão o seu sofá. Vamos conferir alguns destaques?

 


The Square: A Arte da Discórdia


Escrito e dirigido por Ruben Östlund, é o atual vencedor da Palma de Ouro. O longa conta a história do diretor de um museu que, para promover o sucesso de uma instalação de arte, decide contratar uma empresa de publicidade. O longa é estrelado por Claes Bang, Elisabeth Moss, Dominic Weste e Terry Notary. O filme também foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e ganhou seis prêmios no Festival de Cinema Europeu.

 

 

 

 

 

120 Batimentos por Minuto


A luta do grupo ativista francês Act Up pela prevenção do vírus HIV e tratamento da Aids é o tema central do elogiado “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo. Ganhador de seis prêmios no Cesar 2017 – Oscar francês, incluindo o de Melhor Filme -  e do Grande Prêmio do Júri de Cannes ano passado, o longa traz fatos vividos pelo próprio diretor, que foi integrante do grupo ativista na década de 90.


 

 

 



Em Pedaços


Preconceito, justiça e opressão estão em pauta no premiado longa “Em Pedaços”, de Fatih Akin, que levou o prêmio de Melhor Atriz para Diane Kruger em Cannes 2017. No longa alemão, Diane Kruger é Katja Sekerci (Diane Kruger), uma alemã que vive em Berlim ao lado do marido turco Nuri (Numan Acar), e do filho de 7 anos Rocco (Rafael Santana). Um dia, ela é surpreendida ao ser informada que ambos morreram devido a uma bomba colocada diante do escritório do marido. Katja, ao descobrir que os responsáveis pelo atentado criminoso foram integrantes de um grupo neonazista, luta para punir os culpados.

 

 

 

 

 Eu, Daniel Blake


Dirigido por Ken Loach, o vencedor da Palma de Ouro de Cannes de 2016, "Eu, Daniel Blake” (2016), é um dos destaques. Protagonizado pelo comediante Dave Johns, o premiado longa britânico conta a história de um senhor que é obrigado a parar de trabalhar por conta de um problema de saúde, mas se vê forçado a procurar emprego quando seu auxílio é interrompido. Na busca por trabalho, ele conhece uma mãe solteira, vivida pela atriz Hayley Squires, que também não possui condições financeiras para se manter, e eles passam a se ajudar.


 

 

 

 

Winter Sleep


Ganhador da Palma de Ouro em 2014, “Winter Sleep”, de Nuri Bilge Ceylan, conta a vida monótona de Aydin (Haluk Bilginer), um ator turco aposentado, que gerencia um hotel junto com a esposa com quem já não tem uma relação tão amigável. No inverno, a neve desperta um tédio e ressentimento que fazem Aydin querer partir.

 

 

 

 

 

Azul é a Cor mais Quente


Palma de Ouro em 2013, “Azul é a Cor mais Quente”, de  Abdellatif Kechiche, conta a história de Adèle (Adèle Exarchopoulos), que descobre sua primeira paixão por outra mulher aos 15 anos de idade. Sem poder assumir esse desejo, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto enfrenta problemas com sua família.


 

 

 

 

 

 Carol


Drama aclamado pela crítica dirigido por Todd Haynes, acompanha a história de Therese Belivet (Rooney Mara), uma jovem que trabalha numa loja de departamentos. Um dia, ela conhece Carol (Cate Blanchett), uma elegante e misteriosa cliente. Rapidamente, as duas mulheres desenvolvem um vínculo amoroso que terá consequências. O longa foi indicado a seis categorias no Oscar de 2016 e eleito um dos 10 melhores filmes de 2015 pelo American Film Institute. Rooney Mara levou o prêmio de Melhor Atriz do Festival de Cannes, em 2015.

 

 

 

 

 Demônio de Neon


Escolhido pela mais importante revista de cinema da França, Cahier du Cinema, como o segundo Melhor Filme de 2016, “Demônio de Neon” (2016), de Nicolas Winding Refn, apresenta Jesse (Elle Fanning), uma aspirante a modelo que se muda para Los Angeles para tentar a sorte na carreira, mas acaba cercada por um grupo de mulheres obcecadas sua beleza que farão de tudo para conseguir o que Jesse tem.  O filme esteve na seleção oficial de Cannes em 2016.


 

 

 

 

 Paterson


“Paterson”, de Jim Jarmusch, relata a história de um pacato motorista de ônibus que tem o mesmo nome de sua cidade: Paterson. Interpretado pelo ator Adam Driver, o protagonista é, também, um poeta. Vive com a namorada (Golshifteh Farahani) e seu cachorro. O longa, bem-sucedido esteticamente, mostra uma semana desse casal evidenciando a rotina e melancolia. O diretor também é conhecido pelo seu trabalho em "Amantes Eternos" e "Estranhos No Paraíso". O filme esteve na seleção oficial do festival em 2016.

 

 

 

 

 O Sal da Terra


De Win Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, ganhou prêmio especial da mostra Um Certain Regard, em Cannes, e foi indicado ao Oscar de Melhor Documentário. A produção conta a trajetória do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, desde seus primeiros trabalhos em Serra Pelada, o registro da miséria na África e no Nordeste do Brasil até "Gênesis".


 

 

 

 

 

#Bônus:


“Party Girl”, de Marie Amachoukeli, Claire Burger e Samuel Theis
“A Fita Branca”
, de Michael Haneke
"É Apenas o Fim do Mundo", de Xavier Dolan
"Amor", de Michael Haneke
“O Garoto da Bicicleta”, de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne
“Um Alguém Apaixonado”, de Abbas Kiarostami
“Leviatã”, de Andrey Zvyagintsev
"Jovem e Bela", de François Ozon
“Entre os Muros da Escola”, de Laurent Cantet
“A Grande Beleza”, de Paolo Sorrentino
“A Trama”, de Laurent Cantet
“O Formidável”, de Michel Hazanavicius
“O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra
“Adeus Linguagem”, de Jean-Luc Godard
“Saint Laurent”, de Bertrand Bonello
“Dois dias, Uma noite", de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne
“As Montanhas Se Separam”, de Jia Zhangke