CinePOESIA

BladeRunner é um filme de ficção cientifica, original de 1982.
Foi dirigido por Ridley Scott e estrelado por Harrison Ford.
O roteiro, escrito por Hampton Fancher e David Peoples, é vagamente baseado no romance de Philip K. Dick, "Androides sonham com ovelhas elétricas?"

A magia de bladerunner não está apenas no que é mostrado na tela. Mas também, no conteúdo das entrelinhas.
O filme de Ridley Scott narra a trajetória de um caçador de recompensas, que se apaixona pelo o que deveria caçar. Uma androide.

A terra já não é mais a mesma, poluição e radiação estão presentes na superfície desde a grande guerra.
As chuvas são ácidas, e os humanos remanescentes, ou os que não tinham dinheiro pra sair da terra. Sobrevivem em meio ao caos completo.
Sofrem com criminalidade e com a ameaça de infinidades de fatores externos.

Deckard (Harrison Ford), é o caçador de recompensas, e tudo que ele considerava certo, ou as noções do bem e do mal, são viradas por completo de ponta cabeça.
Tudo começa quando um Bladerunner é assassinado por um Andy (Android).

Os caçadores trabalham para a polícia, e só conseguem distinguir um humano de um androide através de um teste de empatia. aplicado pela maquina de Voight-Kampff
Ao se depararem com o novo tipo de Androide, intitulados de nexus 6. A entropia começa.

Indagado pela corporação Tyrell, criadora dos androids, Deckard aplica o teste em Rachel, para que pudesse testar se o teste identificava Andys de Nexus 6.
Identificando, Rachel não sabia que era Androide, então descobre que tudo que ela acreditava ser sua vida, eram apenas memórias sintéticas.
Ao cair na bolha existencial, acaba se envolvendo amorosamente com Rick Deckard.

Rick

ao perseguir os androides fugitivos, acaba entrando na mesma bolha. Afinal, o que os torna diferente se todos são capazes de sentir.
A poesia está no pensamento dos seres, tanto os androides como os humanos, os diálogos são geniais e a sensação após o filme é de que não sabemos o que realmente nos torna humanos.
Ou se em um futuro, haverá uma linha tênue que separe isso.

Independente disso, sabemos que todos os nossos momentos no universo serão perdidos no tempo como lágrimas na chuva.