Free Solo te prende do ínicio ao fim e te faz sentir todas as emoções.


O filme Free Solo conta a história de um alpinista que tem um grande sonho. Escalar o El Capitan no Parque Nacional Yosemite sem os seus equipamentos levando apenas um saco de magnésio e a força do seus dedos e movimentos. A rocha tem 900 metros e algo que para muitos era considerado impossível para Alex Honnold foi um sonho realizado.

A convite da National Geographic, tivemos a oportunidade de assistir e conhecer melhor a história e seu cotidiano.


Não foi atoa que a produção venceu o Oscar 2019, na categoria “Melhor Documentário”, emocionante e surreal.

Free Solo - Crítica sem Spoiler

Esse incrível documentário mostra o padrão: persistir pelos sonhos, a trajetória de Alex foi anos de treinamento e muita preparação, não só física mas como mental para a realização desse desafio. No filme podemos ver também sua relação que tem com seus pais. Charles Honnold pai de Alex, sempre apoia o atleta em suas jornadas. Sua mãe Dierdre Honnold tem um certo receio até hoje, tanto que Alex nunca avisa quando é sua próxima escalada.

Por incrível que pareça Alex diz não se dar bem com mulheres. No filme podemos ver sua namorada diariamente, os dois têm uma ótima relação, e ela até o ajuda em algumas aventuras. O filme em si parece ser algo bem comum e simples, e que não iria atrair o público. Mas assim como eu que não tinha muitas expectativas, fui grandemente surpreendida. Muito emocionante ver um passo tão corajoso que sim, poderia ter dado errado.

Free Solo - Crítica sem Spoiler

O cuidado que os técnicos tiveram são de admirar. Alex desiste na primeira tentativa por não estar acostumado com pessoas em volta. Em uma das cenas ele conta que nunca foi muito social, sempre evitando pessoas pelo seu caminho para não perder o foco e se estressar.

Foi bem difícil de assistir o filme e não perder o fôlego. A cada cena é uma emoção diferente. Você ri, acompanha o romance, o suspense está presente, é um misto em si. As cenas são surpreendente a trilha sonora que colocaram fez uma combinação perfeita.

Jimmy Chin & Elizabeth Chai Vasarhelyi conseguiram trazer um impacto grande com as imagens produzidas ao decorrer do filme.


O documentário estreia no sábado, 9 de março, às 21h00 na National Geographic.


Acompanhe o Pipocando Notícias


Facebook


Instagram


YouTube