Brinquedo Assassino um remake que acerta e agrada no resultado final!


 

Brinquedo Assassino, o novo remake de Chuck nos apresenta um boneco “do futuro”. Que tem como ideia ser o “melhor amigo” da criança. Além da inteligência artificial, e de um aspecto um pouco bizarro, o brinquedo auxilia em todas as atividades corriqueiras do dia-a-dia.

O filme começa mostrando o problema que irá desenrolar toda a trama. Um funcionário, que trabalha de forma deplorável é mandado embora e para se vingar acaba retirando do brinquedo as “boas ações” deixando-o destrutivo e malvado com tendências assassinas.

O legal e que o difere do filme original é que aqui é bem explicito o fato de que o brinquedo é um robô defeituoso. Criado para “amar” seu humano amigo, mas que em seu software não existe a programação correta, deixando o “livre” para cometer atrocidades para defender seu amigo.

Brinquedo Assassino - Crítica

Bem, depois disso não é difícil prever o resto do longa. Uma família fica com o brinquedo “defeituoso” e depois disso, mortes e sangues começam a aparecer em cena.

É um filme trash, cheio de sangue, mutilação e mais sangue jorrando para todo o lado. Meu tipo favorito de filme na categoria terror, apesar da tristeza do filme não dar medo. Sim, ele brinca com aquele suspense e susto repentino, mas não é um filme que te deixa apreensivo, o que não me surpreendeu. Você consegue soltar muitas risadas com esse filme. Não, claro que você não irá gargalhar, mas ele te arrancará umas risadas pelo absurdo que está rolando.

Brinquedo Assassino - CríticaO acertado fato de Burton Smith já introduzir a ideia de que o brinquedo é sim movido a inteligência artificial foi um ponto assertivo. Assim os atos imprevisíveis do brinquedo é mais bem aceito e foge do clichê de magias e possessões. E com isso também podemos ver com muita clareza de como o brinquedo sai de amigo a antagonista do filme, relacionando os atos de violência à proteção e diversão, como na cena em que Andy e seus amigos estão vendo Massacre da Serra Elétrica 2, dando risada e se divertindo e Chuck associa isso a algo legal.

Um destaque para todo elenco mirim do filme. Essas crianças estão incríveis, e um destaque em especial para Beatrice Kitsos que é a garotinha girl power do grupo. Por muitas meninas como ela nas telonas para inspirar outras meninas.

No fim digo que o filme é bom. Ele é assertivo na sua refilmagem, apresentando uma nova ideia para uma geração nova e mais atual. Reforça a sua diferença entre ele e o original filme do Chuck, com cenas bem-criadas, motivos bem explicados e mostra que ainda é possível reinventar um filme, atualizar sem errar na dosagem e na história.

 

TRAILER

https://www.youtube.com/watch?v=o62fHTr8J3I&feature=youtu.be

 

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