‘A Última Ceia’: Filme traz olhar íntimo e emocionante sobre as horas finais de Jesus.
Existem histórias que conhecemos de cor, mas que ganham um novo brilho quando contadas de um jeito mais próximo. “A Última Ceia” faz exatamente isso. Em vez de focar apenas no marco religioso que todos conhecem, o diretor Mauro Borrelli — que traz no currículo o visual impecável de produções como Piratas do Caribe e Star Wars — utiliza sua sensibilidade artística para transformar a ceia final em um encontro profundamente humano e cheio de nuances.
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O grande trunfo do filme é o seu recorte. Ao focar especificamente no período da traição, a narrativa consegue explorar as tensões e os afetos entre os discípulos de uma forma que poucas produções fizeram. Jamie Ward entrega um Jesus vulnerável e forte ao mesmo tempo, cercado por um elenco de peso que inclui Robert Knepper. A gente sente o peso do silêncio, a dúvida nos olhares e a dor da despedida iminente. Não é apenas uma lição de fé; é uma exploração sobre amizade, medo e sacrifício.
Olhar contemporâneo
Borrelli, com sua vasta experiência no departamento de arte de Hollywood, criou uma atmosfera imersiva. Ou seja, onde a fotografia de Vladislav Opelyants usa luz e sombra para carregar cada cena de simbolismo. A produção ainda conta com o toque devocional de Chris Tomlin, ícone da música cristã, como produtor executivo. O que explica a trilha sonora emocionante e a recepção calorosa do público lá fora — o filme já ostenta 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Este lançamento da Imagem Filmes chega com um “olhar contemporâneo”, respeitando as escrituras, mas entregando uma estética intensa que conversa com o cinema moderno. É um filme feito para ser sentido, ideal para quem busca uma experiência que alimente a alma e, ao mesmo tempo, entregue uma narrativa cinematográfica de alta qualidade.
“A Última Ceia” promete ser uma das experiências mais marcantes do cinema cristão em 2026. É um convite para sentar-se à mesa e testemunhar a essência do amor e da dor sob uma perspectiva que privilegia a emoção pura. Se você busca um filme que une profundidade espiritual com excelência técnica, o dia 5 de fevereiro é o seu encontro marcado nos cinemas.