Thriller erótico ‘Ato Noturno’ ganha trailer oficial após consagrar-se no Festival do Rio e em Berlim.
O cinema brasileiro contemporâneo reafirma sua força e sofisticação com o lançamento do trailer oficial de “ATO NOTURNO”. Ou seuja, o aguardado thriller erótico dirigido e roteirizado pela dupla Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (Tinta Bruta, Beira-Mar).
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Após uma trajetória fulminante que teve início com a aclamação no Festival de Berlim e culminou em uma consagração absoluta no Festival do Rio 2025, o longa prepara-se para chegar aos cinemas em 15 de janeiro. A produção não apenas arrebatou o público, como também garantiu três Troféus Redentor fundamentais: Melhor Ator para o estreante Gabriel Faryas, Melhor Roteiro para a dupla de diretores e Melhor Fotografia para o trabalho primoroso de Luciana Baseggio. Além do reconhecimento técnico, a obra foi eleita o Melhor Filme do Prêmio Felix, consolidando-se como um pilar essencial das narrativas com temática LGBTQIAPN+.
Ato Noturno
A trama de “ATO NOTURNO” mergulha na efervescência artística de Porto Alegre. Acompanhando a jornada de Matias (Gabriel Faryas), um ator iniciante cujo desejo pelo estrelato o leva a integrar um renomado grupo teatral.
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A tensão narrativa escalona quando a notícia de uma grande produção de série na cidade acirra a rivalidade entre Matias e seu colega de apartamento, Fabio (Henrique Barreira). Contudo, o verdadeiro conflito do protagonista transcende a competição profissional. Para conquistar o papel de protagonista, Matias vê-se obrigado a negociar sua própria essência, ocultando aspectos de sua identidade para se ajustar às normas de gênero rígidas e heteronormativas impostas pelo meio artístico e pela sociedade.
Em suma, com distribuição da Vitrine Filmes através do projeto Sessão Vitrine Petrobras, o lançamento de “ATO NOTURNO” no dia 15 de janeiro. Além disso, posiciona-se como um evento cinematográfico imperdível. Trata-se de uma obra que desafia gêneros cinematográficos e sociais, entregando um retrato cru sobre a sobrevivência do desejo em um mundo de aparências. Ao costurar roteiro afiado e atuações viscerais, o filme prova que o cinema brasileiro continua na vanguarda do debate sobre corpo, política e representação. Ou seja, transformando conflitos internos em um espetáculo visual de alta densidade dramática.